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Seleção brasileira terá nova versão de camisa que a CBF não pretende usar

Na Vitrine

08/02/2017 18h54

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A seleção brasileira de futebol pode ter em 2017 uma nova versão de um uniforme que não aparecerá em campo. Segundo o site “Footy Headlines”, a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) e a Nike estudam reeditar o que foi feito antes da Copa do Mundo de 2014 e lançar uma camisa em tom verde escuro. No entanto, assim como aconteceu com o modelo anterior, esse visual será exclusivo para as lojas.

O estatuto da CBF não tem qualquer imposição sobre os modelos de uniforme da seleção. O texto diz apenas que os conjuntos precisam seguir as cores que compõem a bandeira nacional (amarelo, azul, branco e verde). Além disso, há determinações apenas sobre o emblema (cor, formato e posicionamento, por exemplo).

A ausência de um impeditivo, contudo, não foi suficiente para emplacar a versão anterior da camisa verde. A seleção jamais usou o modelo em uma partida oficial.

Neste ano, de acordo com o “Footy Headlines”, a ideia da Nike e da CBF é usar o verde como “tributo a um país dinâmico e diverso, com uma cultura vibrante”. O modelo vazado tem gola em V e detalhes dourados.

A tentativa de emplacar cores alternativas para o uniforme da seleção segue duas tendências. Em âmbito nacional, a Nike já havia feito outras ações similares – criou um modelo cinza em 2011, por exemplo – e sempre teve bom resultado de vendas. Além disso, há um padrão – Estados Unidos, França e Inglaterra, que também têm contrato com a marca, são outras equipes nacionais que contarão com um terceiro jogo de camisas para a temporada 2017.

Consultada pelo Na Vitrine sobre a camisa vazada, a Nike disse apenas que “desenvolve vários protótipos antes de chegar ao modelo final”. Existe a possibilidade de ser apenas uma versão não definitiva, portanto. O lançamento dos novos uniformes da seleção está agendado para o primeiro semestre, mas ainda não tem data oficial.

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Sobre os autores

Bruno Doro (twitter.com/brunodoro_): desbravou o universo do futebol de várzea, trabalhou em duas Olimpíadas e deu a volta ao mundo cobrindo uma regata oceânica. Ao contrário de Bruno Freitas, ainda não transformou nenhuma das aventuras em livro. Bruno Freitas (@brunofreitas104) é jornalista, com coberturas internacionais em 18 países, incluindo quatro edições de Olimpíadas e duas Copas. É autor de “Queimando as Traves de 50”, “Em 12 Rounds” e mais dois livros. Também codirigiu o documentário “Casas de Jehad”, premiado no Los Angeles International Underground Film Festival (2015).

Sobre o Blog

Esporte é emoção e conquistas, mas também é bola, chuteira, tênis, uniforme... Vamos falar tudo o que você precisa para praticar sua modalidade preferida ou usar o mesmo que o seu ídolo veste. A chuteira mais moderna, as curiosidades das novas bolas, quem já lançou camisa para a temporada e muito mais.

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