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Cristiano Ronaldo foi obrigado por Ferguson a vestir a camisa 7 do Manchester

Na Vitrine

03/04/2017 13h00

(Crédito: Getty Images/Laurence Griffiths)

Quem vê Cristiano Ronaldo hoje não consegue imaginar o português com outro número de camisa que não o 7. Mas não foi sempre assim. Quando ele chegou ao Manchester United, vindo do Sporting, o atacante então desconhecido usava o número 28, seu preferido.

(Crédito: Alex Livesey/Getty Images)

Mas David Beckham, o grande astro dos Red Devils, tinha acabado de deixar o time e a camisa 7 estava vaga. O número é quase sagrado em Old Trafford. Antes de Beckham, tinha sido de Cantona, de Bryan Robson, de George Best. E o mais importante dos técnicos do clube, Alex Ferguson, queria que o desconhecido português da Ilha da Madeira mudasse de número para dar continuidade a essa história.

“Quando ele disse que queria que eu usasse essa camisa, fiquei surpreso. Eu sabia da história que ela carregava. Mas esse foi um marco na minha carreira, a virada para as etapas de maior sucesso na minha carreira”, disse o jogador.

Nova chuteira homenageia troca de número

Essa é a história que Cristiano Ronaldo está contando durante a apresentação de sua nova chuteira, a Nike CR7 Chapter 4: Forged for Greatness. A chuteira é da família Mercurial, com a já tradicional botinha em material tricotado. Ela é prateada no cabedal e laranja na sola. As cores vão se fundindo de cima para baixo.

Essa é a quarta chuteira que a Nike lança desde 2015 para homenagear o português:

CR7 Chapter 1: Savage Beuty, preta com detalhes em chamas. O fogo é uma homenagem à Ilha da Madeira, que conta com um vulcão inativo.

CR7 Chapter 2: Natural Diamond, azul e preta. O nome é uma alusão ao talento natural do jogador, forjado sob pressão.

CR7 Chapter 3: A descoberta, verde e preta, lembrando dos tempos de Sporting, time que o revelou em Portugal.

A Nike pretende chegar até o capítulo 7 com as chuteiras do português.

Sobre os autores

Bruno Doro (twitter.com/brunodoro_): desbravou o universo do futebol de várzea, trabalhou em duas Olimpíadas e deu a volta ao mundo cobrindo uma regata oceânica. Ao contrário de Bruno Freitas, ainda não transformou nenhuma das aventuras em livro. Bruno Freitas (@brunofreitas104) é jornalista, com coberturas internacionais em 18 países, incluindo quatro edições de Olimpíadas e duas Copas. É autor de “Queimando as Traves de 50”, “Em 12 Rounds” e mais dois livros. Também codirigiu o documentário “Casas de Jehad”, premiado no Los Angeles International Underground Film Festival (2015).

Sobre o Blog

Esporte é emoção e conquistas, mas também é bola, chuteira, tênis, uniforme... Vamos falar tudo o que você precisa para praticar sua modalidade preferida ou usar o mesmo que o seu ídolo veste. A chuteira mais moderna, as curiosidades das novas bolas, quem já lançou camisa para a temporada e muito mais.

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